O ano começa agora. E os resultados também.

Todo início de ano traz aquela mistura clássica de expectativa, listas de metas e uma vontade quase coletiva de “fazer diferente”. Como você lida com isso? Leia mais!

Fernanda Chidem

1/6/20262 min read

pen near black lined paper and eyeglasses
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Todo início de ano traz aquela mistura clássica de expectativa, listas de metas e uma vontade quase coletiva de “fazer diferente”. Para pessoas e empresas, o calendário vira, mas a realidade continua exigindo decisões consistentes. Entre todas elas, uma costuma ser subestimada logo em janeiro, mas cobrada com força mais adiante: o planejamento da educação dos colaboradores.

Resultados sólidos não surgem por mágica no último trimestre. Eles são construídos aos poucos, no dia a dia, nas decisões operacionais, na qualidade das interações, na maturidade das lideranças e na capacidade das equipes de interpretar cenários e agir com autonomia. Tudo isso passa, inevitavelmente, por educação corporativa.

Dados reforçam esse ponto. Estudos da Deloitte indicam que organizações que investem de forma estruturada no desenvolvimento contínuo de seus times têm até 37% mais produtividade e maior capacidade de adaptação a mudanças. Já pesquisas da Gallup mostram que colaboradores que percebem oportunidades reais de aprendizado e crescimento são significativamente mais engajados, o que impacta diretamente indicadores como retenção, satisfação do cliente e performance financeira.

Mesmo assim, ainda é comum que a educação corporativa seja tratada como algo reativo. Um treinamento pontual aqui, uma palestra ali, quase sempre acionados quando um problema já apareceu ou quando o ano está acabando e o orçamento precisa ser executado. O efeito disso é previsível: pouco impacto, baixa transferência para a prática e a sensação de que “treinamento não gera resultado”. E isto eu vi na prática durante muitos anos da minha vida corporativa quando eu estava do outro lado do balcão, do lado de quem contrata. Frequentemente vinha uma “necessidade de treinamento” de algum líder que precisava de uma solução mágica para o seu time.

O desafio está menos em oferecer capacitações e mais em planejar a educação como parte da estratégia do negócio. Logo no início do ano, é fundamental que as empresas tenham clareza sobre quais competências precisam ser desenvolvidas, quais comportamentos devem ser fortalecidos e quais desafios estarão no centro da agenda. Educação, nesse contexto, deixa de ser evento e passa a ser processo, com método.

Quando o desenvolvimento acontece ao longo do ano, de forma intencional e conectada à realidade da empresa, os resultados aparecem com mais consistência. Líderes se tornam mais preparados para lidar com pessoas e decisões complexas. Times ganham repertório para atuar com mais autonomia. A cultura organizacional se fortalece, porque aprendizado compartilhado também constrói identidade – e como!

É exatamente nesse ponto que a Cooperativa Coletiva se posiciona. Atuamos com educação corporativa em múltiplas frentes, sempre partindo da realidade concreta das organizações. Desenvolvemos formações customizadas para lideranças, programas de desenvolvimento comercial de equipes, trilhas educativas, oficinas práticas e projetos personalizados, conectando estratégia, comportamento e cultura.

Mais do que transmitir conteúdo, nosso trabalho é ajudar empresas a aprender melhor, decidir melhor e agir melhor ao longo do ano. Porque resultados não são feitos às pressas. Eles são cultivados. E quanto mais cedo o planejamento começa, mais fortes eles tendem a ser quando dezembro chegar.

Se o ano já vai começar, o momento de planejar a educação também é agora.